O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (10) que o primeiro passo para promover a reforma do ensino médio no Brasil seria acabar com o vestibular. O chefe da pasta classificou como um "grande mal" o processo seletivo para o ingresso no ensino superior brasileiro. "Se fosse bom, outros países também teriam. Nós estamos em um processo de substituição do vestibular pelo que tem de mais moderno no mundo, o exame nacional", afirmou, durante discurso no 1º encontro "Pensando o Desenvolvimento do Brasil - Desafios e Perspectivas para a Educação Básica", na Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. Haddad disse ainda que é importante que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) se torne obrigatório no país, mas ponderou que a decisão não cabe ao seu Ministério (MEC). "Isso cabe aos secretários estaduais de educação, que são responsáveis pela rede pública de ensino médio. O Enem é voluntário e ele só perde esse caráter quando o secretário toma a decisão de considerá-lo um componente curricular obrigatório", explicou.
O procurador da República Julio José Araujo Junior, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que aplique multa de R$ 100 mil à União após o presidente Jair Bolsonaro “realizar caminhadas em cidades satélite do Distrito Federal” neste domingo, 29. Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto. O pedido de Araujo Junior se baseia em tutela de urgência de ação civil concedida pela 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ) que determinou à União que se abstivesse de estimular a “não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde”. Araujo Junior anotou. “A postura da Presidência da República aponta para o descumprimento do item 4 da decisão proferida por esse juízo, que ressaltou a necessidade de abstenção da União de adotar qualquer estímulo à não observância do iso...
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