O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (10) que o primeiro passo para promover a reforma do ensino médio no Brasil seria acabar com o vestibular. O chefe da pasta classificou como um "grande mal" o processo seletivo para o ingresso no ensino superior brasileiro. "Se fosse bom, outros países também teriam. Nós estamos em um processo de substituição do vestibular pelo que tem de mais moderno no mundo, o exame nacional", afirmou, durante discurso no 1º encontro "Pensando o Desenvolvimento do Brasil - Desafios e Perspectivas para a Educação Básica", na Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. Haddad disse ainda que é importante que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) se torne obrigatório no país, mas ponderou que a decisão não cabe ao seu Ministério (MEC). "Isso cabe aos secretários estaduais de educação, que são responsáveis pela rede pública de ensino médio. O Enem é voluntário e ele só perde esse caráter quando o secretário toma a decisão de considerá-lo um componente curricular obrigatório", explicou.
Explosão destruiu interior de igreja copta em Tanta, no Egito (Foto: Mohamed Abd El Ghany/Reuters) Explosões em duas igrejas cristãs coptas no Egito deixaram ao menos 44 mortos e mais de 100 feridos neste domingo, segundo um comunicado do ministério egípcio da Saúde. O primeiro alvo foi um templo em Tanta, a quinta maior cidade do país, seguido de um ataque em Alexandria, a segunda mais populosa cidade egípcia. Assim como no restante do mundo, os cristãos do Egito celebravam o Domingo de Ramos, que marca o início da Semana Santa. Familiar de vítima em frente a igreja alvo de ataque em Tanta, no Egito, neste domingo (9) (Foto: Mohamed Abd El Ghany/Reuters) O presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sisi, anunciou na noite deste domingo (9) um estado de emergência por três meses no país após os atentados com explosivos contra duas igrejas cristãs que deixaram pelo menos 44 mortos. A decisão está sujeita à aprovação parlamentar. Em discurso transmitido ao vivo pela emissora ...
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