A Associação das Baianas de Acarajé e Mingaus (Abam) queixa-se da concorrência enfrentada diariamente com os restaurantes, delicatessens e supermercados da cidade. Segundo a presidente da associação, Rita Santos, elas estão perdendo espaço para esse tipo de comércio, que dispõe de privilégios dos quais elas não desfrutam. Afirma ainda ser difícil concorrer com estabelecimentos que têm mesa, cadeiras, ar-condicionado, garçons para servir clientes e a permissão de vender bebidas. “É injusto porque eles já vendem tudo. Estão tirando o ganha-pão da baiana, que só tem o acarajé para vender”, reclama. Estima-se que só em Salvador existam cinco mil baianas em atividade. Destas, 3.500 estão registradas na Abam. O número de baianas licenciadas computado pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Prevenção à Violência (Sesp) é ainda menor. São 869, segundo informa o coordenador de fiscalização e licenciamento do órgão, Paulo Viana. Batalha - A Abam luta para a preservação da atividade nos moldes em que está regulamentada no Decreto Municipal nº 12.175/1998 e no Livro dos Saberes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico e Nacional (Iphan). Para a associação, deve prevalecer o modo tradicional de venda: em tabuleiros de madeira, com vendedores devidamente trajados com as vestes tradicionais e sem nenhum tipo de modificação no nome ou na receita para o preparo do bolinho. (A Tarde)
Após as fortes chuvas que atingiram a cidade de Brumado, região sudoeste da Bahia, na quinta-feira (24), um grande buraco foi aberto na Travessa Oflávio Torres, conhecida como Ladeira do Cinema, no centro do município. Por conta do acúmulo de água, o buraco foi encoberto e pelo menos dois motoristas foram prejuízos ao caírem na cratera. Os veículos foram retirados com ajuda de policiais militares e moradores da cidade. De acordo com o secretário de Infraestrutura de Brumado, André Luis Dias Cardoso, uma equipe da Prefeitura foi enviada ao local na manhã desta sexta-feira (25) e o reparo na via deve ser concluído ainda hoje. Sobre os danos nos veículos, o secretário disse que "os condutores devem acionar a Justiça para, a partir da decisão judicial, a Secretaria responder e, se for responsabilizada, bancar os prejuízos dos condutores". (G1)
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