Depois de tomar conhecimento na última sexta-feira (7) de um plano para matá-lo, o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) disse nesta segunda-feira (10) que não pretende recuar de sua candidatura à prefeito do Rio de Janeiro, nas eleições do próximo ano. Em entrevista concedida à Rádio CBN, o deputado disse que não vai se intimidar diante das ameaças recebidas. Segundo documento da Coordenadoria de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública, o ex-cabo da Polícia Militar, Carlos Ary Ribeiro, o Carlão, que fugiu do Batalhão Especial Prisional (BEP), em setembro passado, estaria articulando um plano para executá-lo. O foragido receberia R$ 400 mil pelo feito. O parlamentar é muito visado por milicianos desde que presidiu a CPI das Milícia e levou dezenas de integrantes de grupos paramilitares para trás das grades. - Na última campanha tive que deixar de visitar comunidades dominadas por milicianos. Mas agora será diferente. Terei que ter um planejamento, mas vou enfrentar e fazer o que tem que ser feito. - declarou Freixo. Freixo contou também que, além de entrar em contato com o secretário de Segurança José Mariano Beltrame, já reforçou sua segurança pessoal. Estou com a segurança reforçada e tomo as minhas precauções. Estou mudando a rotina e o que nos resta é aumentar o cuidado - afirmou o deputado. Segundo ele, as ameaças se intensificaram depois do assassinato da juíza Patrícia Acioli. (Fonte: JB)
O procurador da República Julio José Araujo Junior, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que aplique multa de R$ 100 mil à União após o presidente Jair Bolsonaro “realizar caminhadas em cidades satélite do Distrito Federal” neste domingo, 29. Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto. O pedido de Araujo Junior se baseia em tutela de urgência de ação civil concedida pela 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ) que determinou à União que se abstivesse de estimular a “não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde”. Araujo Junior anotou. “A postura da Presidência da República aponta para o descumprimento do item 4 da decisão proferida por esse juízo, que ressaltou a necessidade de abstenção da União de adotar qualquer estímulo à não observância do iso...
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