Um menino nasceu dentro de um caminhão do Exército por volta de 0h20 deste sábado, em Santa Catarina. A mãe da criança era transportada de Ilhota para Itajaí, pela rodovia Jorge Lacerda, quando a criança nasceu. Os militares foram chamados pela Defesa Civil de Ilhota, para auxiliar o Corpo de Bombeiros, cuja viatura não conseguia atravessar a estrada, devido à enchente. "Enfrentamos entre 80 cm e 1,5 m de altura de água na pista. Mesmo em uma viatura caminhão, só enfrentamos a correnteza porque o socorro era a uma gestante, pois o risco era muito grande", revela o sargento Teixeira, que integrava a equipe de seis militares que atenderam mãe e filho. O bebê veio ao mundo logo depois que foi feita a transferência da gestante da viatura dos bombeiros para o caminhão do Exército. Depois de fazerem o parto e atravessarem o trecho de rodovia alagado, os militares conseguiram transferir a mulher e a criança para uma ambulância do Samu, que os encaminhou para o Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí. (Fonte: JB)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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