- Collor tenta adiar novamente votação do fim do sigilo eterno
- Brasil: Arrecadação chega a R$ 74,6 bi em agosto e bate recorde para o mês
- Jequié: Prefeito Amaral exonera indicações dos vereadores Simões e Nara
- Capitalismo selvagem: Grécia admite calote e sugere desconto de 50% na dívida
- Bahia: Sesab anuncia fim de surto de meningite em Sauípe
- Jequié: Novo delegado anuncia criação de Núcleo de Investigação ao Tráfico de Drogas na 9ª Coorpin
- Corpo de estudante que se matou em escola é velado na Grande SP
- Jac Motors congela abertura de fábrica no Brasil
- Bahia: TST multa o estado pela contratação ilegal de 6 mil estagiários
- Bancários entram em greve na próxima semana
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
Comentários