O Secretário Municipal de Governo, Luciano Sepúlveda admitiu na manhã de quarta-feira (14), que o prefeito Luiz Amaral, “transmitiu informações equivocadas”, quando disse em entrevista coletiva à imprensa local, que as parcelas iniciais do empréstimo que está sendo proposto de R$ 21.840 milhões, para a execução de pavimentações de ruas em nove bairros, seriam no valor de R$ 300 mil mensais. De acordo com Sepúlveda, as cotas a serem saldadas através dos repasses mensais do FPM e ICMs, serão inicialmente no valor de R$ 200 mil, o que segundo ele, “não inviabilizará financeiramente a Prefeitura”. Antes de iniciar o pagamento do débito, o município terá um período de carência de 20 meses. O Secretário disse discordar do parecer do Controlador da Câmara, Augusto César Almeida Ribeiro, em relação ao prazo de tramitação do projeto nas comissões de Finanças e Justiça, após a aprovação do regime de urgência “não tem lógica no rito de urgência um projeto tramitar menos célere que um projeto comum”, disse. Luciano Sepúlveda conclamou os vereadores responsáveis pelo parecer do projeto que “usem o bom senso por se tratar de uma matéria de interesse da população”. Apontou como nobre a atitude do vereador João Cunha “que teve a coragem de se expor declarando ser contra o projeto, mesmo sabendo da impopularidade que a decisão pode lhe causar” e alfinetou, “enquanto nos bastidores comenta-se que tem deputado trabalhando contra o projeto. Seria interessante que ele fosse as rádios e dissesse ao povo que está contra o empréstimo”. Mesmo sem citar o nome, subentende-se que o parlamentar referido pelo Secretário, é o deputado federal Roberto Britto (PP). (Com informações do Jequié Repórter)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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