Os hospitais e postos médicos do Estado já estão disponibilizando para consulta do público a lista de todos os funcionários que trabalham no local. A medida visa desestimular servidores faltosos, conforme havia prometido o secretário de Administração, Manoel Vitório. As listas devem ficar em murais ou em pastas à disposição do público para consulta. Caso alguém constate que o funcionário cujo nome conste na escala de trabalho não está na repartição, deve procurar a chefia da unidade para reclamar. O sistema não estava funcionando, no entanto, nesta sexta-feira, 9, no Hospital Roberto Santos, um dos maiores da rede pública na capital baiana. Apenas as escalas de técnico em enfermagem, técnico em manutenção e vigilantes estavam numa sala restrita. A escala dos médicos não pôde ser consultada, pois um funcionário alegou que na lista estavam os telefones celulares dos profissionais. O secretário estadual da Saúde, Jorge Solla, disse que a medida está inserida numa série de iniciativas que sua pasta vem adotando para melhorar o serviço prestado à população. “Nesse caso específico, a ideia é diminuir o absenteísmo que às vezes ocorre em alguns locais”. Solla explicou que o acompanhamento rigoroso da frequência é bom para o público e para o funcionário. Lembrou que a gratificação por frequência varia de 0% a 40% no vencimento do servidor e procurou desfazer a imagem de “gazeteiro” dos faltosos: “A falta pode ser justificada e, se houver razão, ninguém será punido”. (A Tarde)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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