Uma pescaria realizada entre amigos no ramal do ouro, altura do km 38 sentido Sena/Rio Branco acabou de forma trágica na manhã desta terça-feira (6). O colono identificado até o presente momento como Roberto da Rocha de aproximadamente 36 foi morto com um tiro de espingarda calibre 20 ao ser confundido pelo primo com um veado. A tragédia aconteceu por volta de 9 horas da manhã. Segundo a Polícia Militar, em um dado momento da pescaria, Roberto teria se ausentado e foi para dentro da mata fazer suas necessidades fisiológicas. Ao se encontrar atrás de uma moita ele foi alvejado com um tiro na região da cabeça e faleceu instantaneamente. Após o episódio, o autor do disparo identificado como Adonias de Oliveira Carvalho, 26 anos, residente na colônia São João, ramal do ouro, ligou para o 190 e descreveu todo o episódio. Adonias foi preso pelo serviço reservado da Polícia Militar quando se encontrava nas proximidades do município do Bujari dentro de uma toyota. Adonias de Carvalho repassou que é primo da vítima e que foram criados praticamente juntos. Disse também que Roberto era pra ele praticamente um irmão e que nunca teve nenhum tipo de atrito com o mesmo. "Ao perceber o mato mexendo na minha vista era um veado, por isso, eu atirei. Jamais faria uma coisa dessas se soubesse que era o meu primo que estava lá", lamentou.
O procurador da República Julio José Araujo Junior, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que aplique multa de R$ 100 mil à União após o presidente Jair Bolsonaro “realizar caminhadas em cidades satélite do Distrito Federal” neste domingo, 29. Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto. O pedido de Araujo Junior se baseia em tutela de urgência de ação civil concedida pela 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ) que determinou à União que se abstivesse de estimular a “não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde”. Araujo Junior anotou. “A postura da Presidência da República aponta para o descumprimento do item 4 da decisão proferida por esse juízo, que ressaltou a necessidade de abstenção da União de adotar qualquer estímulo à não observância do iso...
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