O governo chinês lançou com sucesso o Tiangong-1, o primeiro módulo espacial do país que servirá como teste para uma futura estação espacial. O laboratório foi lançado nesta quinta-feira às 21h16 (10h16 em Brasília), a partir da província de Gansu, noroeste do país. O módulo deverá orbitar a Terra por dois anos e servirá como uma espécie de escola de navegação espacial para os chineses. A construção de uma estação espacial depende de uma série de técnicas ainda não dominadas por Pequim, e o módulo recém-lançado será o marco inicial de várias missões de aprendizado até a construção da estação espacial, o que deve ocorrer em 2020. O maior desafio será acoplar o pequeno laboratório a uma nave espacial tripulada que o país pretende lançar em novembro. A China precisa dominar as técnicas de navegação espacial, o que inclui o acoplamento de naves, se quiser continuar com os planos de construir uma estação espacial. Se o acoplamento for bem sucedido, o Tiangong-1 receberá em 2012 as naves espaciais Shenzhu 9 e 10, também tripuladas por chineses. Enquanto os EUA sofrem com cortes na verba do programa espacial e as missões tripuladas russas não são mais prioridade, a China vem aos poucos alcançando as potências espaciais. O programa para a construção espacial chinesa vem sendo comparado por especialistas aos primeiros passos que americanos e russos deram na década de 1960 e 1970 para o domínio de técnicas que permitem missões mais complicadas. (Veja)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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