A direção do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Jequié e Região (SINSERV), esteve no Centro de Endemias de Jequié (CE), localizado à Rua Profª Virginia, Jequiezinho, e constatou que a estrutura física está ameaçada de desabar. Com o perigo iminente e pondo em risco a integridade física dos trabalhadores, o SINSERV procurou a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Juliana Costa Assis Nogueira, que informou já ter conhecimento do problema e que já foi encaminhado vários ofícios para o Secretário de Saúde, Sr. Belmiro Catarino, solicitando a resolução do caso. O Centro de Endemias funcionava anteriormente no antigo prédio Escolar Adelina Sena Ribeiro, na Avenida Sr. do Bonfim, Jequiezinho, que na época, a Secretaria de Educação fez um termo de posse favorecendo a utilização do prédio pela Secretária de Saúde. Por falta de manutenção na estrutura física do imóvel, o CE foi transferido para um outro local, na Rua Profª Virginia. Ou seja, parece que a sina do Centro de Endemias é ser transferido toda vez que o prédio apresentar deterioração, ao invéz da prefeitura restaurar. Há informações que houve apoderamento do antigo prédio, na Av. Sr. do Bonfim, por parte de particulares que reformou e locou o patrimônio público, atualmente, funcionando uma comunidade cristã. Fato é que essa situação não é vivida apenas pelo Centro de Endemias, várias instalações municipais estão na mesma situação, PSFs, USBs, Escolas, o próprio prédio da Secretaria de Saúde dentre outros já denunciados ao prefeito Luiz Amaral no início do mandato atravéz de relátorio apresentado pelo SINSERV. O SINSERV tem feito a sua parte denunciando as autoridades responsáveis o desmando com a coisa pública.
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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