Essa carinha bonitinha nunca me enganou. Bob Esponja é vilão. Pelo menos, é o que dizem pesquisadores da Universidade de Virgínia, que colocaram crianças de 4 anos de idade para assistir a 9 minutos de Bob Esponja Calça Quadrada e constataram que, imediatamente após a sessão, os pequenos apresentavam sérios problemas de atenção. Tudo bem, a culpa, segundo o estudo, não é necessariamente da esponja-do-mar, mas do ritmo frenético do desenho – cujas cenas mudam, em média, a cada 11 segundos. Tanto dinamismo, explicam, afetaria a percepção e prejudicaria as capacidades das crianças de se focarem, resolverem problemas e controlarem o próprio comportamento. É claro que o pessoal da Nickelodeon, que produz o programa, não ficou nada contente. Em uma declaração oficial, eles questionaram a quantidade de crianças da pesquisa (foram 60), alegando que não era o bastante para um estudo científico, e apontaram que o público alvo do Bob Esponja são crianças de 6 a 11 anos de idade, e não de 4. (Fonte: Super)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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