Obstáculos no entorno do aeroporto de Vitória da Conquista, a 527 km de Salvador, podem provocar o rebaixamento da categoria do terminal para nível 2 e impedir a operação de jatos no local. A adequação é uma exigência da Portaria 256, emitida pelo Comando da Aeronáutica. Para evitar que isso aconteça estiveram reunidos ontem, 1º, o diretor da Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar), Jorge Alberto Vianna, o prefeito de Vitória da Conquista, Guilherme Menezes, o secretário de Meio Ambiente Valdemir Dias, o assessor de tráfego aéreo do Cindacta 3, Tte. Cel. CTA R1 José William Ferreira Lima e o superintendente de Infraestrutura Aeroportuária da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), Jorge Viegas. Após o debate sobre as possíveis soluções para o terminal, o prefeito Guilherme Menezes assumiu o compromisso de elaborar com sua equipe um plano para remoção dos obstáculos com ações a curto e longo prazo. “Ficou definido que o plano será feito pela prefeitura, que tem até o próximo dia 15 para apresentá-lo para análise na Anac e regulamentação no Decea. Esperamos que o plano seja aprovado e que consigamos manter as atividades com jatos, sem prejuízo aos usuários e as empresas que operam no local”, disse Vianna. Atualmente, Trip e Passaredo operam voos regulares a partir do aeroporto. No entanto, apenas Passaredo com jatos E-145. Entre os obstáculos encontrados na cabeceira da pista está a existência de torres de antena para celular, postos de combustíveis, depósito de lixo e outras construções. (Gente e Mercado)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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