O novo secretário de Governo, Luciano Sepúlveda, recebeu, em seu gabinete, nesta segunda-feira (15/08/2011), profissionais de imprensa da cidade para falar sobre a missão recebida do prefeito Luiz Amaral nessa nova fase da administração municipal. Uma de suas principais atribuições é acompanhar mais de perto os programas e projetos em andamento, em especial, convênios e contratos já assinados que não estão funcionando de acordo com o planejado. Sepúlveda adiantou que já vem articulando desde sexta-feira no sentido de buscar a imediata retomada de algumas obras, a exemplo da construção da “Praça dos Caçambeiros” e do calçamento do Mutirão do Curral Novo, entre outras. De acordo com o novo secretário de Governo, a saúde e o trânsito estão na ordem do dia. “Já estamos adotando os procedimentos necessários para iniciar o trabalho de melhoria do trânsito e para aperfeiçoar o atendimento nas unidades de saúde”, afirmou. O prefeito Luiz Amaral determinou a criação de uma estrutura na saúde para melhor atender a população.
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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