Pelo menos 87 juízes sofrem ameaça de morte no país, segundo um balanço parcial divulgado nesta sexta-feira (12) pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça), órgão de controle do Judiciário. O Paraná e o Maranhão aparecem como os dois Estados mais perigosos para os juízes. O levantamento foi feito com base em informações enviadas pelos próprios TJs (Tribunais de Justiça) de cada Estado. No Rio de Janeiro, onde foi assassinada na noite da quinta-feira (11) a juíza Patrícia Acioli, apenas 13 juízes estão sob escolta. Ela havia dispensado a proteção por ter se casado com um policial militar. No entanto, o número de juízes que sofrem ameaças deve ser maior, já que os Tribunais de São Paulo e Minas não repassaram seus levantamentos para o CNJ. A corregedora do CNJ, Eliana Calmon, admitiu que a segurança dos magistrados seja falha, mas negou que o órgão tenha falhado no caso da juíza morta no Rio. Calmon mostrou ofícios enviados há três meses aos TJs pedindo informações sobre as ameaças, mas não recebeu dados de todos os Estados. - A segurança é feita pelos Tribunais de Justiça. O CNJ pode agir subsidiariamente. Calmon disse que o órgão ainda precisa de um estudo para montar um plano de proteção organizado para os juízes.(R7)
Reprodução Mais um grande evento em Jequié é cancelado devido a pandemia do coronavírus. Desta vez, foi anunciado que a 41° Exposição Agropecuária do município, que estava definida para as datas de 25 de abril até 3 de maio, foi cancelada pelo Sindicato Rural de Jequié, órgão que organiza o evento. Em entrevista recente ao programa “Hora de Notícias”, da JR Rádio, o presidente do Sindicato Rural, Coronel Ivo, já anunciava a possibilidade de cancelamento do evento devido as medidas de segurança para a contenção do covid-19. Vale lembrar, que por decreto da Prefeitura de Jequié, está vedado a realização de eventos de grande porte no município, exatamente para evitar a aglomeração de pessoas. Do, Jequié Repórter
Comentários