A presidente Dilma Rousseff pode demitir ainda hoje o ministro da Defesa, Nelson Jobim, por conta de declarações sobre colegas do ministério que serão publicadas nesta sexta-feira pela revista Piauí. Nelas, Jobim diz que a ministra diz que a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvati, é "fraquinha", e que Gleisi Hoffmann, ministra-chefe da CasaCivil, "não conhece Brasília". Esta não é a primeira vez que Nelson Jobim entra em atrito com o governo. Em entrevista recente ao programa "Poder e Política", da Folha de S. Paulo, o ministro declarou que votou em José Serra nas eleições de 2010. Jobim está em Tabatinga, no Amazonas, onde assina um plano de vigilância de fronteiras entre Brasil e Colômbia. Ele deve chegar a Brasília no final do dia. Ontem, ele teve uma audiência com Dilma Rousseff, quando a presidente ficou a par do conteúdo da entrevista à revista Piauí. Na entrevista, referindo-se às negociações sobre o sigilo eterno de documentos, Jobim afirmou que "é muita trapalhada". "A Ideli Salvatti, ministra das Relações Institucionais, é muito fraquinha", disse. Para Jobim, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, "nem sequer conhece Brasília". Jobim também relata conversa que teve com Dilma ao convidar José Genoino para trabalhar no Ministério da Defesa. Segundo Jobim, Dilma teria perguntado se Genoino seria útil, ao que o ministro respondeu: "presidenta, quem sabe se ele pode ou não ser útil sou eu". Jobim afirma ainda que os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso são sedutores. "Só que de maneiras diferentes. O Lula diz palavrão, o Fernando é um lorde".
Explosão destruiu interior de igreja copta em Tanta, no Egito (Foto: Mohamed Abd El Ghany/Reuters) Explosões em duas igrejas cristãs coptas no Egito deixaram ao menos 44 mortos e mais de 100 feridos neste domingo, segundo um comunicado do ministério egípcio da Saúde. O primeiro alvo foi um templo em Tanta, a quinta maior cidade do país, seguido de um ataque em Alexandria, a segunda mais populosa cidade egípcia. Assim como no restante do mundo, os cristãos do Egito celebravam o Domingo de Ramos, que marca o início da Semana Santa. Familiar de vítima em frente a igreja alvo de ataque em Tanta, no Egito, neste domingo (9) (Foto: Mohamed Abd El Ghany/Reuters) O presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sisi, anunciou na noite deste domingo (9) um estado de emergência por três meses no país após os atentados com explosivos contra duas igrejas cristãs que deixaram pelo menos 44 mortos. A decisão está sujeita à aprovação parlamentar. Em discurso transmitido ao vivo pela emissora ...
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