O furacão Irene já deixou pelo menos quatro mortos no Haiti, na República Dominicana e em Porto Rico, além de assolar as Bahamas nesta quinta-feira. O Irene deve atingir a costa dos Estados Unidos até sábado. No Haiti, duas pessoas morreram depois de serem arrastadas pelas águas em Porto Príncipe, no norte, segundo a Defesa Civil. O furacão inundou várias áreas e provocou a evacuação de mil pessoas. As autoridades sanitárias haitianas acreditam no aumento da cólera nos locais inundados. No arquipélago das Bahamas, os moradores constataram nesta manhã a destruição causada pelo primeiro grande furacão da temporada no Atlântico. Fortes rajadas de vento arrancaram telhados, derrubaram postes de eletricidade e destruíram casas. Em Acklins Island, 90% das residências da cidade de Lovely Bay foram atingidas, segundo o serviço de segurança local (NEMA). O Irene manteve seu caminho até as ilhas mais populosas do arquipélago, provocando ondas perigosas e até 30 centímetros de precipitação, indicou o Centro Nacional de Furacões (NHC), com sede em Miami. Às 8h00 locais (12h00 GMT), o olho do ciclone se encontrava 105 km a leste-nordeste de Nassau, capital das Bahamas, e continuará com uma velocidade de 20 km/h na direção noroeste, segundo o último boletim do NHC. Esta trajetória leva o furacão diretamente para a costa dos Estados Unidos, a cerca de 1.000 km da Carolina do Norte. Se sua trajetória continuar incerta, pode atingir grandes centros urbanos, como Washington e Nova York. (JB)
O procurador da República Julio José Araujo Junior, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que aplique multa de R$ 100 mil à União após o presidente Jair Bolsonaro “realizar caminhadas em cidades satélite do Distrito Federal” neste domingo, 29. Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto. O pedido de Araujo Junior se baseia em tutela de urgência de ação civil concedida pela 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ) que determinou à União que se abstivesse de estimular a “não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde”. Araujo Junior anotou. “A postura da Presidência da República aponta para o descumprimento do item 4 da decisão proferida por esse juízo, que ressaltou a necessidade de abstenção da União de adotar qualquer estímulo à não observância do iso...
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