Milhares de estudantes chilenos protestaram nesta quinta-feira (18) em Santiago sob forte chuva em defesa da educação pública de qualidade, mantendo assim a pressão sobre o governo que na véspera fez sua terceira proposta para destravar o conflito. Frio, chuva e neve acompanharam os estudantes durante todo o trajeto. Eles voltaram a se reunir na avenida Alameda para protagonizar o sexto dia de protestos desde que o conflito com o governo foi iniciado, em maio. "Com chuva, frio e inclusive neve em algumas partes de Santiago, os estudantes voltaram a sair às ruas", disse um dos líderes estudantis, Camilo Ballesteros, para uma marcha que reuniu 40 mil pessoas, segundo veículos locais. Levando guarda-chuvas ou cobertos com sacos plásticos, os estudantes buscavam demonstrar a força de seu movimento que defende o fortalecimento da educação pública no Chile. Diferentemente de outras convocações, desta vez não foram registrados incidentes e, pelo contrário, houve danças e manifestações artísticas ao longo da caminhada. Propostas do governo - O novo protesto é realizado um dia após a apresentação por parte do governo de uma terceira proposta para destravar o conflito, que já se estende por quase três meses. A proposta, classificada anteriormente pelos estudantes como ambígua, amplia benefícios já concedidos a estudantes que recebem bolsas de gratuidade e uma redução de juros dos empréstimos para financiar mensalidades do ensino superior, mas não representa uma reformulação do sistema educativo chileno, como pedem os estudantes. (G1)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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