Na atualidade não existe nenhuma sociedade ou grupo social que não possua a mistura de etnias diferentes. Há exceções como pouquíssimos grupos indígenas que ainda vivem isolados na América Latina ou em algum outro lugar do planeta. De modo geral, as sociedades contemporâneas são o resultado de um longo processo de miscigenação de suas populações, cuja intensidade variou ao longo do tempo e do espaço. O conceito “miscigenação” pode ser definido como o processo resultante da mistura a partir de casamentos ou coabitação de um homem e uma mulher de etnias diferentes. A miscigenação ocorre na união entre brancos e negros, brancos e amarelos e entre amarelos e negros. O senso comum divide a espécie humana entre brancos, negros e amarelos, que, popularmente, são tidos como "raças" a partir de um traço peculiar – a cor da pele. Todavia, brancos, negros e amarelos não constituem raças no sentido biológico, mas grupos humanos de significado sociológico. No Brasil, há o “Mito das três raças”, desenvolvido tanto pelo antropólogo Darcy Ribeiro como pelo senso comum, em que a cultura e a sociedade brasileiras foram constituídas a partir das influências culturais das “três raças”: europeia, africana e indígena. Contudo, esse mito não é compartilhado por diversos críticos, pois minimiza a dominação violenta provocada pela colonização portuguesa sobre os povos indígenas e africanos, colocando a situação de colonização como um equilíbrio de forças entre os três povos, o que de fato não houve. Estudos antropológicos utilizaram, entre os séculos XVII e XX, o termo “raça” para designar as várias classificações de grupos humanos; mas desde que surgiram os primeiros métodos genéticos para estudar biologicamente as populações humanas, o termo raça caiu em desuso. Enfim, "o mito das três raças" é criticado por ser considerado uma visão simplista e biologizante do processo colonizador brasileiro. ( Orson Camargo, Brasil Escola)
Reprodução Mais um grande evento em Jequié é cancelado devido a pandemia do coronavírus. Desta vez, foi anunciado que a 41° Exposição Agropecuária do município, que estava definida para as datas de 25 de abril até 3 de maio, foi cancelada pelo Sindicato Rural de Jequié, órgão que organiza o evento. Em entrevista recente ao programa “Hora de Notícias”, da JR Rádio, o presidente do Sindicato Rural, Coronel Ivo, já anunciava a possibilidade de cancelamento do evento devido as medidas de segurança para a contenção do covid-19. Vale lembrar, que por decreto da Prefeitura de Jequié, está vedado a realização de eventos de grande porte no município, exatamente para evitar a aglomeração de pessoas. Do, Jequié Repórter
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