Imagina poder surfar com o chefe, sempre que o tempo permitir, antes ou depois do trabalho. Essa é a rotina dos sócios Bruno Magalhães e Bruno Chamma, da agência Kindle, que praticam stand up surf quase todos os dias antes de ir para o escritório. A iniciativa deu certo e os sócios resolveram estender a ideia para os seus funcionários. “Nós moramos e trabalhamos na Barra da Tijuca, região que tem praias ótimas para surfar como a Macumba, Prainha, Grumari, Reserva”, listou o publicitário Bruno Chamma. “No verão, quando tem luz até mais tarde, é melhor ainda, porque conseguimos pegar onda antes e depois do expediente”. A ideia, além de aproximar ainda mais os colegas de trabalho, ajuda na concentração. Para Bruno, o dia rende muito mais depois de surfar. “No início é um pouco difícil acordar mais cedo, mas depois que a gente acostuma, é muito melhor. Começamos o dia com muito mais disposição”. (JB)
O procurador da República Julio José Araujo Junior, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que aplique multa de R$ 100 mil à União após o presidente Jair Bolsonaro “realizar caminhadas em cidades satélite do Distrito Federal” neste domingo, 29. Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto. O pedido de Araujo Junior se baseia em tutela de urgência de ação civil concedida pela 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ) que determinou à União que se abstivesse de estimular a “não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde”. Araujo Junior anotou. “A postura da Presidência da República aponta para o descumprimento do item 4 da decisão proferida por esse juízo, que ressaltou a necessidade de abstenção da União de adotar qualquer estímulo à não observância do iso...
Comentários