Imagina poder surfar com o chefe, sempre que o tempo permitir, antes ou depois do trabalho. Essa é a rotina dos sócios Bruno Magalhães e Bruno Chamma, da agência Kindle, que praticam stand up surf quase todos os dias antes de ir para o escritório. A iniciativa deu certo e os sócios resolveram estender a ideia para os seus funcionários. “Nós moramos e trabalhamos na Barra da Tijuca, região que tem praias ótimas para surfar como a Macumba, Prainha, Grumari, Reserva”, listou o publicitário Bruno Chamma. “No verão, quando tem luz até mais tarde, é melhor ainda, porque conseguimos pegar onda antes e depois do expediente”. A ideia, além de aproximar ainda mais os colegas de trabalho, ajuda na concentração. Para Bruno, o dia rende muito mais depois de surfar. “No início é um pouco difícil acordar mais cedo, mas depois que a gente acostuma, é muito melhor. Começamos o dia com muito mais disposição”. (JB)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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