Sugerir uma possibilidade de verem juntos em um mesmo lado, o deputado Roberto Britto (PP), o deputado estadual Leur Lomanto Júnior (PMDB) e o prefeito Luiz Amaral, também do PMDB, pareceria há alguns meses atrás, uma hipótese improvável, para alguns “impossível de vir a acontecer”. Entretanto, nos dias atuais quando começa a ser desenhado o quadro político com vistas a formação das alianças que definirão as chapas majoritárias com vistas às eleições municipais de 2012, essa possibilidade vem se tornando cada vez mais próxima de ser transformada em realidade. O vereador José Simões de Carvalho Júnior (PP), vem sendo utilizado inclusive, na condição de interlocutor entre as partes. Roberto Britto continua dizendo que não pretende ser candidato a prefeito. A sua opção preferencial continua sendo a ex-esposa Tânia Britto, aceitando qualquer adesão, desde que seja ela [Tânia] a cabeça da chapa (as pesquisas de opinião até aqui dão respaldo). O vice-prefeito Eduardo Lopes, que tem legenda assegurada no PSB, é sabido que tem a preferência do atual prefeito Luiz Amaral, mas, é sabido também, que necessita de musculatura eleitoral e adesões fortes para enfrentar uma disputa eleitoral na condição de candidato da situação. O presidente da executiva municipal do PMDB, Alan Biondi, tem livre trânsito entre as lideranças mas também precisaria de respaldo forte das alianças. O vereador Gutinha, é visto como uma opção leve e forte para a composição de qualquer chapa na condição de candidato a vice e, o Secretário de Cultura e Turismo, Robério Chaves, demonstra que já “colocou o time em campo” e as suas possibilidades de integrar uma chapa majoritária apresentam-se bastante consistentes. Assistindo a todo esse emaranhado de possibilidades, dentro das hostes governistas, está posicionado o prefeito Luiz Amaral, candidato natural no processo de reeleição, mas que até aqui, tem demonstrado pela movimentação dos seus aliados, que dificilmente estará disponibilizando o seu nome para participar da futura disputa. (Jequié Repórter)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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