A presidente Dilma Rousseff é considerada a terceira mulher mais poderosa do mundo segundo o ranking da revista Forbes, divulgado nesta quarta-feira (24). No topo da lista está a chanceler alemã, Angela Merkel. Além da chefe do Executivo, mais uma brasileira integra o ranking: a modelo Gisele Bündchen, que conquistou a 60ª posição. A lista da revista norte-americana é dominada por políticas, empresárias e líderes dos setores de mídia e entretenimento. No segundo lugar, foi eleita secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton. "Nossa lista reflete os caminhos diversos e dinâmicos em direção ao poder para as mulheres hoje, seja liderando uma nação ou definindo a pauta de questões críticas da nossa época", disse Moira Forbes, presidente e editora da ForbesWoman, em nota. De acordo com a revista, Dilma fez história como a primeira mulher a liderar a maior potência econômica da América Latina, enquanto a líder alemã foi citada como a única mulher chefe de uma economia global real da Europa. Hillary foi elogiada por ter lidado com as revoluções no Oriente Médio e revelações do WikiLeaks em seu segundo ano no cargo. Na lista das 100 mais poderosas do mundo, as mulheres têm em média 54 anos e controlam, juntas, US$ 30 trilhões.
Explosão destruiu interior de igreja copta em Tanta, no Egito (Foto: Mohamed Abd El Ghany/Reuters) Explosões em duas igrejas cristãs coptas no Egito deixaram ao menos 44 mortos e mais de 100 feridos neste domingo, segundo um comunicado do ministério egípcio da Saúde. O primeiro alvo foi um templo em Tanta, a quinta maior cidade do país, seguido de um ataque em Alexandria, a segunda mais populosa cidade egípcia. Assim como no restante do mundo, os cristãos do Egito celebravam o Domingo de Ramos, que marca o início da Semana Santa. Familiar de vítima em frente a igreja alvo de ataque em Tanta, no Egito, neste domingo (9) (Foto: Mohamed Abd El Ghany/Reuters) O presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sisi, anunciou na noite deste domingo (9) um estado de emergência por três meses no país após os atentados com explosivos contra duas igrejas cristãs que deixaram pelo menos 44 mortos. A decisão está sujeita à aprovação parlamentar. Em discurso transmitido ao vivo pela emissora ...
Comentários