O mercado imobiliário da Bahia está longe de sentir os efeitos da crise econômica mundial. Apenas para se ter uma ideia, a Caixa Econômica Federal (CEF) ampliou a oferta de crédito habitacional em 26% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. O valor disponibilizado passou de R$ 1,5 bilhão para R$ 1,9 bilhão. “Os números da Caixa demonstram o bom momento do mercado imobiliário e permitem que o banco faça esse avanço no seu carro-chefe, que é o crédito habitacional. Além disso, a inadimplência é a menor de todos os tempos”, disse o superintendente-geral da Caixa na Bahia, Aristóteles Menezes. Menezes compartilhou o otimismo do mercado durante o XIV Fórum Imobiliário, realizado em comemoração ao Dia do Corretor Imobiliário celebrado nesta sexta-feira, 26. O evento, que aconteceu durante todo o dia, no Fiesta Convention Center, no Itaigara. A obrigatoriedade de registro dos profissionais foi outro destaque do fórum, ressaltada pelo presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis da Bahia (Creci-BA), Samuel Arthur Prado. Ele aproveitou a ocasião para ratificar o pedido de desarquivamento do projeto de lei na Câmara ao deputado estadual Capitão Tadeu, que prevê a inscrição obrigatória dos profissionais no conselho. “Estamos crescendo cada vez mais e o mercado está muito aberto, necessitando a regulamentação da profissão, que foi aprovada recentemente em Sergipe”, afirmou Prado. “A regulamentação da profissão é importante especialmente para os consumidores porque só mesmo um profissional habilitado vai poder dar uma segurança jurídica ao comprador, que está jogando todas as suas economias no sonho da casa própria”, ressaltou o deputado estadual Capitão Tadeu. (A Tarde)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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