O mercado imobiliário da Bahia está longe de sentir os efeitos da crise econômica mundial. Apenas para se ter uma ideia, a Caixa Econômica Federal (CEF) ampliou a oferta de crédito habitacional em 26% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. O valor disponibilizado passou de R$ 1,5 bilhão para R$ 1,9 bilhão. “Os números da Caixa demonstram o bom momento do mercado imobiliário e permitem que o banco faça esse avanço no seu carro-chefe, que é o crédito habitacional. Além disso, a inadimplência é a menor de todos os tempos”, disse o superintendente-geral da Caixa na Bahia, Aristóteles Menezes. Menezes compartilhou o otimismo do mercado durante o XIV Fórum Imobiliário, realizado em comemoração ao Dia do Corretor Imobiliário celebrado nesta sexta-feira, 26. O evento, que aconteceu durante todo o dia, no Fiesta Convention Center, no Itaigara. A obrigatoriedade de registro dos profissionais foi outro destaque do fórum, ressaltada pelo presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis da Bahia (Creci-BA), Samuel Arthur Prado. Ele aproveitou a ocasião para ratificar o pedido de desarquivamento do projeto de lei na Câmara ao deputado estadual Capitão Tadeu, que prevê a inscrição obrigatória dos profissionais no conselho. “Estamos crescendo cada vez mais e o mercado está muito aberto, necessitando a regulamentação da profissão, que foi aprovada recentemente em Sergipe”, afirmou Prado. “A regulamentação da profissão é importante especialmente para os consumidores porque só mesmo um profissional habilitado vai poder dar uma segurança jurídica ao comprador, que está jogando todas as suas economias no sonho da casa própria”, ressaltou o deputado estadual Capitão Tadeu. (A Tarde)
O procurador da República Julio José Araujo Junior, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que aplique multa de R$ 100 mil à União após o presidente Jair Bolsonaro “realizar caminhadas em cidades satélite do Distrito Federal” neste domingo, 29. Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto. O pedido de Araujo Junior se baseia em tutela de urgência de ação civil concedida pela 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ) que determinou à União que se abstivesse de estimular a “não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde”. Araujo Junior anotou. “A postura da Presidência da República aponta para o descumprimento do item 4 da decisão proferida por esse juízo, que ressaltou a necessidade de abstenção da União de adotar qualquer estímulo à não observância do iso...
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