A não realização de sessão na Câmara Municipal de Jequié, na noite de quarta-feira (17), por falta de quorum, frustrou a expectativa das poucas pessoas que estiveram no plenário da Casa, em especial aos profissionais de imprensa, que aguardavam ver colocado em pauta, iniciando as discussões, o Projeto de Lei enviado pelo prefeito Luiz Amaral, ao Legislativo, solicitando autorização para formalização de empréstimo financeiro, na ordem de R$ 21.84 milhões, destinado a execução de obras de pavimentações a paralelos em logradouros públicos de Jequié. No período da manhã, o vice-prefeito Eduardo Lopes e o Secretário de Governo, Luciano Sepúlveda, já haviam se reunido com os vereadores para darem suas explicações, em busca de convencimento dos edis para que a proposta venha a ser aprovada. A justificativa atraente da proposta, é de que os recursos permitirão beneficiar oito bairros da cidade com a pavimentação de aproximadamente 200 ruas, o que viria a atender às principais reivindicações dos próprios vereadores em nome dos seus eleitores. A Prefeitura prevê a contratação do empréstimo junto a Caixa Econômica Federal, no valor total de R$ 21,84 milhões, a ser pago através de prestações mensais pelo período de 240 meses – 20 anos ou cinco mandatos. O início do pagamento das parcelas com valor estimado atual de R$ 82 mil, começará a ser feito após a carência de 20 meses. Equivale dizer, que a quitação não será iniciada pelo atual gestor. Apesar de ainda permanecer na gaveta do presidente da Câmara, Ednael Almeida, o projeto começou divide opinião entre os vereadores favoráveis e os contrários a aprovação da matéria. A explicação técnica: Para que seja aprovado um empréstimo nesse volume, deverão ser observados alguns parâmetros: O limite de endividamento do município não pode ultrapassar 1,2 da receita corrente, devendo ser observados nesse aspecto, o débito consolidado do município até o fim do último quadrimestre, incluindo o passivo do INSS, que já tem um montante elevado; se está de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal-LRF e ainda o seu acompanhamento por uma planilha técnica com a especificações detalhadas de todas as ruas, metragens de pavimentos, suas identificações, custos etc. (Jequié Repórter)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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