Um estudo realizado pela GfK constatou que 29% dos brasileiros doam dinheiro anualmente para projetos de caridade. A pesquisa foi realizada em 14 países. A média nacional, entretanto, está abaixo dos demais países, onde 38% da população costuma fazer caridade. Os países mais generosos são Holanda (75%), Inglaterra (50%) e Suécia (50%). Na outra ponta da tabela do continente europeu aparecem os alemães, com 20%. Os norte-americanos, por sua vez, estão entre os mais generosos, com 41% da população participando de iniciativas caridosas. O levantamento apontou, ainda, que 73% dos doadores brasileiros esperam doar cerca de R$ 456 em caridade. As instituições com foco em crianças são as que mais recebem ajuda dos brasileiros, com 56% das doações, seguidas pelas organizações religiosas (24%).
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...

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