A Fifa anunciou nesta quarta-feira, em evento realizado na Marina da Glória, na zona sul do Rio, as datas da Copa das Confederações de 2013 e da Copa do Mundo de 2014, que serão realizadas no Brasil. O anúncio foi feito pelo secretário geral da entidade, Jerome Valcke, no mesmo lugar onde, no próximo sábado, será feito o sorteio das Eliminatórias do Mundial. No evento que também contou com a presença do presidente da Fifa, Joseph Blatter, Valcke anunciou que a Copa das Confederações será disputada entre os dias 15 e 30 de junho de 2013, enquanto a Copa do Mundo foi agendada para acontecer entre 12 de junho e 13 de julho do ano seguinte. A Fifa ainda não anunciou as sedes da próximo Copa das Confederações, mas a tendência é a de que Rio (Maracanã), Belo Horizonte (Mineirão), Porto Alegre (Beira-Rio), Brasília (Estádio Nacional) e Salvador (Fonte Nova) abriguem os duelos da competição, que é a mais importante do calendário do futebol antes da realização da Copa de 2014. O SORTEIO - Além de anunciar as datas das duas importantes competições que serão disputadas no Brasil, a Fifa divulgou nesta quarta a distribuição das seleções nos potes do sorteio no qual serão retiradas as bolas com os nomes dos países e definirão a trajetória que cada um deles irá traçar nas Eliminatórias do Mundial nos cinco continentes do planeta. A Fifa explicou que as seleções foram alocadas em cinco zonas - África, Ásia, Américas do Norte, Central e Caribe, Europa e Oceania - de acordo com o ranking da entidade, lembrando que os todos as seleções das Eliminatórias da América do Sul jogarão num mesmo grupo, em turno e returno - por ser país-sede, o Brasil não precisará disputar o qualificatório do Mundial. Já na zona europeia, Portugal foi colocado no primeiro pote, como cabeça de chave ao lado da campeã mundial Espanha, da vice-campeã mundial Holanda e de Alemanha, Inglaterra, Itália, Croácia, Noruega e Grécia. No segundo pote europeu estão França, Montenegro, Rússia, Suécia, Dinamarca, Eslovênia, Turquia, Sérvia e Eslováquia. Neste continente, ainda existem outros cinco potes com nove seleções nacionais cada e um com oito.
(crédito: Pedro França/Agência Senado) O líder do governo no Senado e relator da PEC dos Precatórios, Fernando Bezerra (MDB-PE), discordou da intenção do presidente Jair Bolsonaro de usar parte do espaço fiscal que será aberto com a eventual aprovação do texto para conceder reajustes a todos os servidores federais. O parlamentar afirmou que o esforço do Congresso em torno da matéria "não é para atender reajuste de servidores e, sim, os mais pobres do Brasil". A PEC dos Precatórios é a aposta do governo para bancar o Auxílio Brasil de R$ 400, em substituição ao Bolsa Família. O texto, já aprovado pelos deputados, adia o pagamento de mais da metade dos R$ 89 bilhões previstos para serem quitados no ano que vem em precatórios — dívidas da União reconhecidas pela Justiça — e amplia o teto de gastos. O objetivo do Ministério da Economia é abrir uma folga fiscal de R$ 91,6 bilhões no orçamento do próximo ano. "Eu acho muito difícil (conceder reajuste aos servidores). Nós est...
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