Enquanto o impasse sobre a elevação do teto da dívida americana não é resolvido nos Estados Unidos, o assunto gera preocupações ao redor do mundo, de Pequim a Bruxelas, afirma a versão on-line do jornal "New York Times" neste sábado. Líderes políticos ao redor do mundo discutem como prevenir suas economias de sofrerem com os efeitos colaterais da longa divergência nos Estados Unidos. O Senado americano --controlado pelos democratas-- recusou na sexta-feira a proposta republicana sobre o aumento do teto da dívida, que havia sido aprovada cerca de duas horas mais cedo pela Câmara de Representantes. Para outros governos, não há boa alternativa em segurar o dólar americano enfraquecido ou títulos do Tesouro dos Estados Unidos, diz o jornal. A China é quem tem mais a perder porque possui a maior quantia investida em títulos do Tesouro americano --ao menos US$ 1,16 trilhão. O país atacou os EUA na sexta-feira, pedindo responsabilidade para acabar com o impasse. "A pior parte dessa saga é que o bem-estar de muitos países também está na zona de impacto da briga" entre democratas e republicanos, disse a agência estataç "Xinhua". Segundo ela, a demora pode prejudicar a recuperação da economia do mundo todo. Na Europa, as autoridades mantiveram um tom diplomático maior, disse o NYT. Porém, elas lembraram os líderes americanos de que os Estados Unidos pressionaram o bloco há algumas semanas para que resolvessem o impasse sobre a crise da dívida de alguns países europeus.
O procurador da República Julio José Araujo Junior, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que aplique multa de R$ 100 mil à União após o presidente Jair Bolsonaro “realizar caminhadas em cidades satélite do Distrito Federal” neste domingo, 29. Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto. O pedido de Araujo Junior se baseia em tutela de urgência de ação civil concedida pela 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ) que determinou à União que se abstivesse de estimular a “não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde”. Araujo Junior anotou. “A postura da Presidência da República aponta para o descumprimento do item 4 da decisão proferida por esse juízo, que ressaltou a necessidade de abstenção da União de adotar qualquer estímulo à não observância do iso...

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